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Como ser um Padrinho/Madrinha?

Olá aumigos, tudo bem com vocês? Hoje estamos aqui para falar um pouquinho sobre o apadrinhamento dos nossos resgatados.

Como vocês sabem a Pet Foundation tem por missão auxiliar, amparar, tratar animais paralisados e dar apoio os seus tutores.

Realizamos resgates de bulldogs ingleses, bulldogs franceses e pugs em estado de paralisia. E, por conta disso, talvez vocês se questionem: mas porque somente dessas raças?

A explicação é simples. Essas raças estão mais propensas a sofrer lesões na coluna. Há um estudo que indica que, aproximadamente, 99% dos bulldogs franceses tem propensão a sofrer esse tipo de lesão ao longo da vida.

Assim, por terem se tornado “raças da moda” muitos tutores adquirem os animais sem nenhum tipo de conhecimento sobre eles e quando surge esse tipo de intercorrência simplesmente os abandona.

Pois bem. Após o resgate desses animais, realizamos todos os tratamentos necessários, enchemos de muito amor, carinho e respeito e, posteriormente, os disponibilizamos para adoção.

Já realizamos duas lindas adoções de resgatados: o gorducho Léo (bulldog inglês – nosso primeiro resgate) que está recebendo muito amor da sua nova mamãe Vivi, e a nossa lady Carmela (bulldog francês) que está reaprendendo o que é ter uma família, ao lado da sua nova mamãe Ana Carolina.

Infelizmente, já perdemos um de nossos anjos, em decorrência de um câncer, o nosso sempre amado e lembrado Bartô.

Atualmente, estamos tratando de 3 bulls franceses: a Amora (que já está para adoção), o Jake (que está em busca de um LT) e o Thor (que está em tratamento).

Após essa breve explicação, voltemos ao assunto principal dessa conversa, que é o apadrinhamento.

Os nossos resgates (e resgatados) geram uma despesa mensal fixa para a Pet Foundation (para cuidar dessas fofuras precisamos arcar com custo de medicamentos, consultas veterinárias, cirurgias, exames, fraldas, tapetes higiênicos, lenços umedecidos, etc.).

Todas essas despesas são suportadas através de doações voluntárias e rifas.

Um dos instrumentos que criamos para auxiliar com esses gastos mensais é o apadrinhamento.

Por meio dele todos podem colaborar, mensalmente, com as despesas dos nossos resgatados.

Lembrando, sempre, que a colaboração é voluntária. Se em um determinado mês as contas apertarem e, por algum motivo, você não puder doar, deixaremos para o mês seguinte, combinado?
Tornando-se padrinho/madrinha você pode realizar doações financeiras ou em produtos para nos ajudar a manter essa linda chama de amor e compaixão acesa.

Além disso, você vai receber na sua casa, como forma de agradecimento, uma linda carteirinha de padrinho/madrinha da Pet Foundation, chique né, rs?

Então se você se interessou e quer fazer parte dessa missão, entre em contato conosco através de um dos nossos canais (Facebook, Instagram ou do Blog) que retornaremos para inscrevê-los e esclarecer eventuais dúvidas.

Muito obrigada por todo apoio e confiança!

Família Pet Foundation

 

 

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[Lesões na Coluna] – Prevenção de Lesão

Abaixo você confere um pouco da História do meu Pet o Slinck, e o que aconteceu durante sua lesão, que Hoje resulta no trabalho que a Pet Foundatio Realiza

O nosso Grupo de Apoio a Pets com Lesão gostaria de alertar sobre alguns cuidados essenciais que previnem lesões na coluna e outros tipos de lesões para que outros Pets não sofram com o mesmo problema:

  • Leve seu pet em um Ortopedista para uma avaliação preventiva de coluna e faça raio-x;
  • Siga as orientações do especialista e veja se seu pet pode tomar um protetor de articulações;
  • NÃO permita pulos e saltos (da cama, do sofá, com visitas, etc.):
  • Não dê trancos na guia;
  • Não transporte seu cão sem cinto de segurança ou sem caixa de transporte para que não fique solto no veículo;
  • Faça atividade física diária de baixo impacto e mantenha seu corpinho fitness;
  • Providencie escadinha para que possa subir e descer da cama e do sofá;
  • Não permita que ele suba e desça escadas constantemente;
  • NÃO permita que ele corra em piso escorregadio, coloque passadeira de borracha ou EVA em sua casa;
  • Não permita que ele pule para cumprimentar, abaixe para isso e o eduque constantemente;
  • Cuidado ao deixá-lo brincar com animais maiores, pois brincadeiras brutas podem machucar.
  • Cuidado ao brincar com seu Pet de cabo de guerra.

 

“Estima-se que um em cada cinco cães sofrem de doença do disco intervertebral (DDI) e 100% dos cães em algum momento do ciclo de vida terão dor nas costas.

A coisa mais importante é o timing (tempo): quando você vê algo de todo incomum com o movimento de seu animal de estimação ou você pode notar que ele tem algum desconforto é hora de levá-lo para o seu veterinário. Quanto mais cedo você encontrar o problema em potencial melhor as chances de correção
A dor cervical ou em coluna cervical – pescoço – é uma das mais agudas e mais intensas dores em cães, visto que o pescoço “fica pendurado” no corpo do cão, diferente do nosso que fica “apoiado” no ombro.

Assim como é bastante dolorido para o cão nas lesões graves o dono também sofre bastante seja por ver seu animalzinho sofrendo por dor, pela falta de movimentos e mesmo em processo recuperação assistir seu animal em ficar semanas em confinamento e imobilização (preso em gaiolas).”

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[Lesões na Coluna] – Custos do Tratamento Pt. 4/4

Montamos uma série de 4 postagens para mostrar a todos os gastos que se tem quando um Pet sofre uma lesão na coluna com cada etapa do processo: com pronto atendimento no momento da lesão, com o tratamento e com os cuidados diários…… sem contar o tempo…. sim, eles necessitam de muitos cuidados especiais e se o animal demorar ou não voltar a andar, seu tempo de dedicação é triplicado.

Nosso objetivo é alertar e informar como forma de prevenção para que seu Pet não passe por isso, pois sabemos que nosso pensamento é sempre achar que não vai acontecer com a gente e esperamos de coração que realmente não aconteça, mas é sempre bom prevenir do que remediar, pois existem muitos casos de abandono pós paralisia porque os Tutores se dizem sem condições financeiras para tratar ou não tem tempo para cuidar.

Hoje encerramos a série de postagens sobre custos com um total geral:

Total de todo o processo de tratamento
– R$ 14.643,40*
(sendo que esse total não foi considerado, por exemplo, a soma de 15 sessões de fisioterapia e somente o valor de 1 sessão)

Se somarmos todas as sessões de 2 tratamentos o valor ultrapassa os R$ 25.000,00.

E se somarmos um animal paralisado a 1 ano, o valor chega fácil a R$ 40.000,00

*Fizemos uma média de valores considerando vários Estados do Brasil


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[Lesões na Coluna] – Custos do Tratamento Pt. 3/4

Montamos uma série de 4 postagens para mostrar a todos os gastos que se tem quando um Pet sofre uma lesão na coluna com cada etapa do processo: com pronto atendimento no momento da lesão, com o tratamento e com os cuidados diários…… sem contar o tempo…. sim, eles necessitam de muitos cuidados especiais e se o animal demorar ou não voltar a andar, seu tempo de dedicação é triplicado.

Nosso objetivo é alertar e informar como forma de prevenção para que seu Pet não passe por isso, pois sabemos que nosso pensamento é sempre achar que não vai acontecer com a gente e esperamos de coração que realmente não aconteça, mas é sempre bom prevenir do que remediar, pois existem muitos casos de abandono pós paralisia porque os Tutores se dizem sem condições financeiras para tratar ou não tem tempo para cuidar.

 

Hoje vamos apresentar os custos com cuidados diários:

Cuidados Diários

– Alimentação Natural = R$ 300,00 (mês)
– Fraldas = R$ 40,00 (semana)
– Pomada para tratamento e prevenção de assaduras = R$ 36,00 (mês)
– Lenços Umedecidos = R$ 20,00 (semana)
– Tapetes Higiênicos = R$ 83,00 (mês)
– Medicamentos = R$ 405,00 (mês)
– Meias Antiderrapantes = R$ 24,00 (o par)
– Roupas Cirúrgicas= R$ 52,00 (unidade)
– Calças de Moletom Infantil = R$ 50,00 (unidade)
– Passadeiras/Tatames EVA = R$ 350,00 (6m2)
– Portão Limitador = R$ 136,00
– Escada = R$ 169,90
– Cercado = R$ 169,00
– Assento para transporte no carro (cesto) = R$ 115,50
– Carrinho para transporte = R$ 575,00
– Cadeirinha de rodas = R$ 279,00
TOTAL = R$ 2.984,40

 

*Fizemos uma média de valores considerando vários Estados do Brasil

 


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[Lesões na Coluna] – Custos do Tratamento Pt. 2/4

Montamos uma série de 4 postagens para mostrar a todos os gastos que se tem quando um Pet sofre uma lesão na coluna com cada etapa do processo: com pronto atendimento no momento da lesão, com o tratamento e com os cuidados diários. sem contar o tempo. sim, eles necessitam de muitos cuidados especiais e se o animal demorar ou não voltar a andar, seu tempo de dedicação é triplicado.

Nosso objetivo é alertar e informar como forma de prevenção para que seu Pet não passe por isso, pois sabemos que nosso pensamento é sempre achar que não vai acontecer com a gente e esperamos de coração que realmente não aconteça, mas é sempre bom prevenir do que remediar, pois existem muitos casos de abandono pós paralisia porque os Tutores se dizem sem condições financeiras para tratar ou não tem tempo para cuidar.

 

Hoje vamos apresentar os custos de tratamentos:

 

  • Tratamento
    – Fisioterapia = R$ 115,00 (sessão)
    – Acupuntura = R$ 130,00 (sessão)
    – Ozonioterapia = R$ 100,00 (aplicação)
    – Célula Tronco = R$ 1.700,00 (aplicação)
    – Terapia Neural = R$ 110,00 (sessão)
    TOTAL = R$ 2.155,00 (1 sessão de cada)

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[Lesões na Coluna] – Custos do Tratamento Pt. 1/4

QUANTO CUSTA CUIDAR DE UM ANIMAL QUE SOFREU LESÃO NA COLUNA – Post 1/4

Montamos uma série de 4 postagens para mostrar a todos os gastos que se tem quando um Pet sofre uma lesão na coluna com cada etapa do processo: com pronto atendimento no momento da lesão, com o tratamento e com os cuidados diários…… sem contar o tempo…. sim, eles necessitam de muitos cuidados especiais e se o animal demorar ou não voltar a andar, seu tempo de dedicação é triplicado.
Nosso objetivo é alertar e informar como forma de prevenção para que seu Pet não passe por isso, pois sabemos que nosso pensamento é sempre achar que não vai acontecer com a gente e esperamos de coração que realmente não aconteça, mas é sempre bom prevenir do que remediar, pois existem muitos casos de abandono pós paralisia porque os Tutores se dizem sem condições financeiras para tratar ou não tem tempo para cuidar.

Hoje vamos apresentar os gastos emergenciais:

• Pronto Atendimento
– Consulta com Ortopedista = R$ 315,00
– Consulta com Neurologista = R$ 350,00
– Raio-X = R$ 325,00
– Tomografia = R$ 1.220,00
– Ressonância = R$ 1.141,00
– Cirurgia = R$ 3.611,00
– Anestesia Inalatória = R$ 525,00
– Internação = R$ 980,00
– Medicamentos Pós Cirúrgicos = R$ 657,00
– Exames Adicionais (hemograma, ecocardiograma, eco abdominal/ultrassonografia, eletrocardiograma) = R$ 380,00
TOTAL = R$ 9.504,00

*Fizemos uma média de valores considerando vários Estados do Brasil

 

 


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[Lesões na Coluna] – Sintomas de lesão na coluna

ENTENDA OS SINTOMAS DA DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL

Já há algum tempo temos visto relatos desesperados de Tutores com seus Buldogues Frances, Pugs, Buldogues Ingleses e outras raças tendo crises de dores terríveis por conta do início de uma lesão e ficam em pânico sem saber como agir.

Os sinais observáveis podem ser bastante variáveis. Os proprietários de cães afetados podem notar um ou mais dos seguintes sintomas, o que pode ser súbita, intermitente ou graduais no início:

1. Dor no pescoço e rigidez (relutância em mover o pescoço e cabeça)
2. Postura de cabeça baixa
3. Dor nas costas e rigidez
4. Ganido inesperadamente quando tocado ou se movendo
5. Sensibilidade abdominal ou tensão
6. Costas arqueadas (postura arqueada, chamado de “cifose tóraco-lombar”)
7. Sensibilidade ao toque (possível agressão)
8. Sensibilidade ao movimento
9. Prejudicada, incompleto ou inadequado micção
10. Claudicação
11. Arrastando um ou mais pernas ao caminhar
12. Pisando sobre os dedos quando andando ou em pé
13. Fraqueza
14. Rigidez
15. Marcha empolada
16. Relutância em subir
17. Tremores, agitação
18. Falta de coordenação (“ataxia ” )
19. Reflexos anormais
20. Colapso

Se o seu Pet apresentar um ou mais de um destes sintomas, corra para o ortopedista ou neurologista mais próximo. Você pode livrá-lo de uma paralisia/tetraplegia.
E o tempo é o seu maior aliado, pois quanto mais rápido for o atendimento, maiores são as chances dele voltar a andar por conta de manter a sensibilidade das patas.

Como agir:

1- Leve seu Pet URGENTE num Veterinário mais próximo, de preferência que tenha Ortopedista ou Neurologista
2- Não force ou tente fazer ele andar – isso é um erro grave
3- Leve-o no colo apoiando a coluna e um pipi pet ou toalha embaixo dele para qualquer eventualidade
4- No carro segure ele no seu colo apoiando a coluna, jamais solto no carro
5- Não medique em casa

Vejam os vídeos do Francisco-BF (Mariana), Eva-BF (Tatiana) e Ursula-BI (Bruna) no momento da crise para entenderem melhor quais são esses sintomas.

#sintomasdelesãonacolunaemcães

 

Fonte


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[Lesões na Coluna] – Introdução

Para entendermos melhor sobre lesões na coluna, vamos fazer uma série de postagens sobre o assunto.

Aqui vamos abordar alguns tipos de lesões que podem resultar em paralisia:

Hernia de Disco: A doença do disco vertebral se dá pela degeneração do disco, com o deslocamento dele (a hérnia) ou não. As consequências disso é a lesão na medula e, com isso sintomas como: dor, formigamento, paralisia, paraplegia, tetraplegia e até mesmo ao óbito.

Segundo a severidade da compressão da medula, a hernia discal se classifica em graus de 1 a 5.

Grau 1– São compressões espinhais leves que praticamente se traduz em dor na vertebral

Grau 2 – Neste caso o comprometimento é mais profundo dando como sintoma uma disfunção das sensações do cão procedente dos músculos e seus anexos que informa sobre a altura, os movimentos e o equilíbrio devido a compressão dos tratos dorsais da coluna.

Grau 3 – A compressão é mais profunda ainda dos tratos motores, e por onde aparece definitivamente a plejia (perda da força muscular) ou paralisia

Grau 4 – É o mesmo que a anterior, porém nestes casos além de uma alteração da funcionalidade normal de reflexo DETRUSOR ou de micção e o cão começa a reter a urina.

Grau 5 – É o pior caso que se pode apresentar. Se define por adicionar todos os graus anteriores, a perda da sensibilidade dor profunda. Nestes casos o prognóstico para o paciente é mais desfavorável. Os graus 2 e 3 são freqüentemente abordados por neuro cirurgia obtendo-se muito bons resultados.

Hemivertebra: é uma malformação congênita que afeta principalmente cães braquicefálico. Ou seja, é uma falha na formação da vértebra durante o desenvolvimento do animal. Ainda não se conhece bem a causa. Na maior parte dos casos não apresentam sintomas clínicos e são achados por acaso em exames radiográficos. São mais comumente encontradas em vértebras torácicas e coccígeas.

Discopatia: Os sinais de cães que sofrem com discopatia passam desde dor intensa até dificuldade de locomoção que pode chegar a paralisia completa dos membros, incontinência urinária e fecal, redução de postura e sensibilidade, relutância para andar e rigidez do pescoço.

Extrusão de disco intervertebral: representa a primeira fase de desenvolvimento formou uma hérnia. Nesta fase, a ruptura do anel fibroso já ocorreu e núcleo pulposo já começou a ir além dela, mas ainda manteve ligamento longitudinal. Esta fase da doença é também chamado de “lumbago”. Vamos olhar mais como o desenvolvimento de uma hérnia de disco e um lugar neste processo leva extrusão.

Protusão de disco (difícil paralisar): é uma das afecções mais comum em cães relacionada aos distúrbios neurológicos que envolvem a medula espinal, e é a principal causa para a investigação imagiológica da coluna vertebral na clínica de pequenos animais. O diagnóstico por imagem é a única forma de se ter conhecimento da doença, da localidade da lesão e da gravidade.

Mielopatia degenerativa: é uma doença degenerativa crônica e lentamente progressiva da medula espinhal que acomete com maior frequência cães de grande porte em idade adulta mais avançada, raramente pode ser identificada em raças miniaturas e felinos.

Neoplasia:  é uma nova (“neo”) formação (“plasia”). Ela é formada por um grupo de células que se diferencia daquelas que as deram origem. Elas têm aparência, forma, e comportamento diferentes das células normais. É mais ou menos como, por exemplo, nascer um dente na perna (não exatamente, mas serve como ilustração).

 

Leiam mais sobre o assunto nos links abaixo:

PUG TIMES MAGAZINE | SEU BULDOGUE FRANCES


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